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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Levantamento diz que 24 municípios correm risco de surto de dengue

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (6) que 24 municípios correm risco de registrar um surto de dengue, entre eles duas capitais: Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO). Segundo o ministério, estas cidades "registraram a presença de larvas do mosquito em mais de 4% das residências pesquisadas".

Outros 154 municípios estão em situação de alerta, com índice de infestação entre 1% e 3,9%. Já outras 192 cidades brasileiras estão em situação satisfatória, com focos de larvas em menos de 1% das residências, afirma o órgão.

Os números fazem parte do Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti, feito até o momento em 370 municípios do país. Outras 127 cidades ainda devem mandar dados para o ministério.

Lula faz apelo

Antes de iniciar seu discurso nesta segunda-feira (6), no Palácio do Planalto, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo a prefeitos e governadores para que trabalhem em suas regiões para combater a dengue, cujos casos devem crescer com a chegada do verão.

"E todo mundo sabe que além de tudo que tem que ser feito na área da saúde, sobretudo, a dengue é uma questão de limpeza, de cuidados preventivos que a gente tem que ter", ressaltou o presidente para um plateia de prefeitos e governadores.

Lula destacou que os casos de dengue dependem das ações coletivas de prevenção e de limpeza pública. Lembrou das visitas e do reforço da campanha regional do ministério da Saúde às cidades em estado de alerta nas regiões Norte, Nordeste e Sudeste e sugeriu que se façam mutirões de limpeza em todo o país.

O discurso do presidente ocorreu durante o encontro com prefeitos e governadores contemplados com a segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2).

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Tela protege contra o mosquito da dengue?


As telas mosqueteiras podem ser usadas sempre.

Em relação aos repelentes, há algumas restrições.

A versão em creme é a mais indicada para os bebês, mas apenas para os que têm mais de 6 meses. Antes disso, o produto não é recomendado. "A primeira coisa que os pais devem considerar é que o repelente deve ter uma composição específica para crianças e ser hipoalergênico", avisa Alessandra Miramonte, pediatra e alergista do Hospital Sabará, em São Paulo.

Mesmo assim, é essencial testar a loção em um pedaço da pele do pequeno antes de aplicá-la por todo o corpo.

A medida é necessária para saber se seu filho é alérgico ou não ao produto –ele não deve sentir coceira e a pele não pode ficar avermelhada.

Os repelentes em spray são contraindicados para crianças de até 12 anos por conter álcool.

A substância pode irritar o nariz e os olhos dos pequenos.

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