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Alagoas ultrapassa 20 mil casos de dengue em 2010




Dor de cabeça, dores no corpo e muita febre. Os sintomas são parecidos com os da gripe, mas trata-se da dengue, doença bem mais grave que pode levar à morte. Somente em Alagoas, nos primeiros cinco meses deste ano os números já ultrapassaram os registros da mesma época, nos últimos três anos. Ao todo são 20.968 notificações da dengue clássica e 389 da dengue considerada grave, com 20 mortes.

Os números são do Boletim da Dengue, divulgado ontem pela Secretaria de Estado da Saúde. Nos últimos três anos, o número que mais se aproximou do registrado em 2010 foi em 2008, quando foram registrados 13.341 casos da dengue clássica e 317 da dengue grave, com 13 mortes.

Por conta do grande número de casos da doença, 36 municípios já estão em situação epidêmica e outros 23 estão em alerta. As cidades que mais registraram casos foram Maceió (5.552), Arapiraca (3.167), Palmeira dos Índios (2.852), Rio Largo (2.440) e Santana do Ipanema (1.594).

Além desses municípios, a situação também é preocupante em outros onde é alto o Índice de Infestação Predial. O ideal é estar abaixo de 1%, mas muitos estão em alerta (até 3%) e alguns correm risco de surto (índice acima de 3%). Na área rural de Campo Grande e de Girau do Ponciano, o índice chega a 15,5% e, em Água Branca, o índice é de 11,54%.

Tratamento

A Secretaria de Estado da Saúde orienta que as pessoas com sintomas da dengue devem procurar as unidades básicas de saúde e os ambulatórios 24h. Em Maceió elas são o PAM Bebedouro; PAM Dique Estrada, Vergel; e as unidades de saúde Rolan Simon, no Vergel; João Paulo II, Jacintinho e Ib Gatto Falcão, no Tabuleiro do Martins. Essas unidades funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, inclusive aos sábados, domingos e feriados.

Os pacientes também podem se dirigir aos ambulatórios 24h Denilma Bulhões, no Benedito Bentes; Assis Chateaubriand, no Tabuleiro do Martins; João Fireman, no Jacintinho; Noélia Lessa, na Levada; Dom Miguel Câmara, na Chã da Jaqueira e Clínica Infantil Dayse Brêda, também na Levada. "A população deve entender que o Hospital Escola Hélvio Auto só é destinado aos pacientes graves, pois ele é responsável pelo tratamento das doenças infecto-contagiosas", ressaltou Cleide Moreira, diretora de Vigilância Epidemiológica.

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